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	<title>Live Linux &#187; thiago</title>
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	<description>Seu portal de ajuda e conhecimento Linux</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Jul 2010 03:33:28 +0000</lastBuildDate>
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		<item>
		<title>Usando o vi / vim</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 03:29:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Live Linux]]></category>
		<category><![CDATA[vi]]></category>
		<category><![CDATA[vim]]></category>

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		<description><![CDATA[O vim é um editor de texto para o Unix com muitos recursos avançados capazes de surpreender qualquer editor de texto gráfico, no entanto, não espere editar um documento do Word nele (a não ser que você já tenha feito a engenharia reversa dele ). Com o vim você pode criar um arquivo ou abrir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>O vim é um editor de texto para o Unix com muitos recursos avançados capazes de surpreender qualquer editor de texto gráfico, no entanto, não espere editar um documento do Word nele (a não ser que você já tenha feito a engenharia reversa dele <img src='http://www.livelinux.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':-D' class='wp-smiley' /> ).</p>
<p>Com o vim você pode criar um arquivo ou abrir um arquivo com o comando:</p>
<p><img class="alignleft" title="vim1" src="http://livelinux.com.br/wp-content/uploads/2010/07/VIM1.jpg" alt="" width="503" height="36" /></p>
<div id="highlighter_923931">
<div>
<div><a title="view source" href="http://solinux.gcf.eti.br/usando-o-vi-vim/#viewSource"></a></div>
</div>
</div>
<p>O vim possui dois modos, o de comando e o de edição. Quando você abre o vim, ele carrega o modo de comando.</p>
<p><strong>Para alternar do modo de comando para o modo de edição</strong> pressione a tecla <strong>i</strong> (“I” de Igreja), você verá que no rodapé aparecerá a palavra <strong>INSERT</strong>. O vim dessa forma ficará igual ao Bloco de Notas, Edit e qualquer outro editor de texto tradicional.</p>
<p><strong>Para voltar ao modo de comando</strong> pressione a tecla <em>ESC</em>, perceba que a palavra INSERT do rodapé desaparecerá.</p>
<p>É somente no modo de comando que poderemos salvar o arquivo e sair do vim.</p>
<p>Se quisermos salvar um arquivo (ou criá-lo se ele não existir), deveremos.<br />
- Pressionar o <em>ESC</em> para ir ao modo de comando (se você não estiver nele);<br />
- Digitar <strong>:w</strong> (comando de salvar o arquivo, abaixo está a tabela com mais comandos);<br />
- Pressionar o <em>ENTER</em> para executar o comando de salvar.</p>
<p>Tabela com mais comandos:</p>
<p><img class="alignleft" title="Vim2" src="http://livelinux.com.br/wp-content/uploads/2010/07/VIM2.jpg" alt="" width="503" height="106" /></p>
<p>Se quiser, também pode consultar a [<a href="http://vimdoc.sourceforge.net/" target="_blank">documentação online do Vim</a>].</p>
<p>fonte:  <a href="http://solinux.gcf.eti.br/usando-o-vi-vim/" target="_blank">http://solinux.gcf.eti.br/usando-o-vi-vim/</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Não esqueci de vocês.</title>
		<link>http://www.livelinux.com.br/2009/10/nao-esqueci-de-voces/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=nao-esqueci-de-voces</link>
		<comments>http://www.livelinux.com.br/2009/10/nao-esqueci-de-voces/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 18:32:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Live Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Pessoal, boa tarde! Não se espantem sei que não tenho atualizado o blog mais é porque está bem corrido e estou preparando o proximo post que é um pouco extenso em breve irei postar. []&#8216;s]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal, boa tarde!</p>
<p>Não se espantem sei que não tenho atualizado o blog mais é porque está bem corrido e estou preparando o proximo post que é um pouco extenso em breve irei postar.</p>
<p>[]&#8216;s</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Nágios + Centreon ( GUI )</title>
		<link>http://www.livelinux.com.br/2009/09/nagios-centreon-gui/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=nagios-centreon-gui</link>
		<comments>http://www.livelinux.com.br/2009/09/nagios-centreon-gui/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 07:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Live Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal, bom dia!   Bom hoje vou postar uma dica para os profissionais e pessoas que usam algum sistema de monitoração, eu particularmente prefiro o nágios, porém existe algumas ferramentas administrativas que facilitam nossa vida para administração, operar e até mesmo expor gráficos a clientes para um melhor entendimento uma ferramente que já usei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.livelinux.com.br/wp-content/uploads/2009/09/centreon-reporting_servicedetail.png"></a><a href="http://www.livelinux.com.br/wp-content/uploads/2009/09/centreon-home_home.png"></a>Olá pessoal, bom dia!</p>
<p> </p>
<p>Bom hoje vou postar uma dica para os profissionais e pessoas que usam algum sistema de monitoração, eu particularmente prefiro o nágios, porém existe algumas ferramentas administrativas que facilitam nossa vida para administração, operar e até mesmo expor gráficos a clientes para um melhor entendimento uma ferramente que já usei e é muito boa se chama : CENTREON ( <a href="http://www.centreon.com">www.centreon.com</a> ) trata-se de um GUI ( graphical user interface ) para o nágios.</p>
<p>Mesclar os dois para um monitoramento facil e amigável é a melhor saída comercial para seus clientes, vocês podem comprovar com as screen shots abaixo.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.livelinux.com.br/wp-content/uploads/2009/09/centreon-reporting_servicedetail.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-136 aligncenter" title="centreon-reporting_servicedetail" src="http://www.livelinux.com.br/wp-content/uploads/2009/09/centreon-reporting_servicedetail-300x151.png" alt="centreon-reporting_servicedetail" width="300" height="151" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.livelinux.com.br/wp-content/uploads/2009/09/centreon-monitoring_unhandled-problems.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-135  aligncenter" title="centreon-monitoring_unhandled-problems" src="http://www.livelinux.com.br/wp-content/uploads/2009/09/centreon-monitoring_unhandled-problems-300x135.png" alt="centreon-monitoring_unhandled-problems" width="300" height="135" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.livelinux.com.br/wp-content/uploads/2009/09/centreon-home_home.png" target="_blank"><img class="aligncenter" title="centreon-home_home" src="http://www.livelinux.com.br/wp-content/uploads/2009/09/centreon-home_home-300x96.png" alt="centreon-home_home" width="300" height="96" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.livelinux.com.br/wp-content/uploads/2009/09/centreon-administration_acl-restriction.png" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-133 aligncenter" title="centreon-administration_acl-restriction" src="http://www.livelinux.com.br/wp-content/uploads/2009/09/centreon-administration_acl-restriction-300x105.png" alt="centreon-administration_acl-restriction" width="300" height="105" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Em breve posto um passo a passo de como instalar o centreon.</p>
<p>[]&#8216;s</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Teclas de atalho do Shell</title>
		<link>http://www.livelinux.com.br/2009/09/teclas-de-atalho-do-shell/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=teclas-de-atalho-do-shell</link>
		<comments>http://www.livelinux.com.br/2009/09/teclas-de-atalho-do-shell/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 05:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Live Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.livelinux.com.br/?p=125</guid>
		<description><![CDATA[Ctrl+A = Move o cursor para o inicio da linha Ctrl+E = Move o cursor para o fim da linha Ctrl+U = Apaga o que estiver a esquerda do cursor Ctrl+K = Apaga o que estiver a direita do cursor Ctrl+L = Limpa a tela e mantém o texto que estiver sendo digitado []&#8216;s]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- hotwords --></p>
<ul>
<li><strong>Ctrl+A</strong> = Move o cursor para o inicio da linha</li>
<li> <strong>Ctrl+E</strong> = Move o cursor para o fim da linha</li>
<li> <strong>Ctrl+U</strong> = Apaga o que estiver a esquerda do cursor</li>
<li> <strong>Ctrl+K</strong> = Apaga o que estiver a direita do cursor</li>
<li> <strong>Ctrl+L</strong> = Limpa a tela e mantém o texto que estiver          sendo digitado</li>
</ul>
<p>[]&#8216;s</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalando driver nvidia.</title>
		<link>http://www.livelinux.com.br/2009/08/instalando-driver-nvidia/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=instalando-driver-nvidia</link>
		<comments>http://www.livelinux.com.br/2009/08/instalando-driver-nvidia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 04:12:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Live Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Você primeiramente deve fazer o download do driver no site da nvidia: Importante: Os sites abaixo tem as versões dos drivers em inglês e em português, eu particularmente prefiro em inglês. http://www.nvidia.com.br/Download/index.aspx?lang=en http://www.nvidia.com.br/Download/index.aspx?lang=br Depois do driver baixado, vamos ao segundo passo. Pegue o arquivo do driver e coloque na pasta &#8220;root&#8221; (para facilitar a instalação).Feito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- hotwords -->Você primeiramente deve fazer o download do driver no site da nvidia:</p>
<p>Importante: Os sites abaixo tem as versões dos drivers em inglês e em português, eu particularmente prefiro em inglês.</p>
<ul>
<li> <a href="http://www.nvidia.com.br/Download/index.aspx?lang=en" target="_blank">http://www.nvidia.com.br/Download/index.aspx?lang=en</a></li>
<li><a href="http://www.nvidia.com.br/Download/index.aspx?lang=br" target="_blank">http://www.nvidia.com.br/Download/index.aspx?lang=br</a></li>
</ul>
<p>Depois do driver baixado, vamos ao segundo passo.</p>
<p>Pegue o arquivo do driver e coloque na pasta &#8220;root&#8221; (para facilitar a instalação).Feito isso você deve sair do ambiente gráfico para fazer a instalação.</p>
<p>Na linha de comando digite:</p>
<blockquote><p># <strong>chmod +x nomedodriver.run</strong><br />
<strong># ./nomedodriver.run</strong></p></blockquote>
<p>Importante: Substitua &#8220;nomedodriver&#8221; pelo arquivo que você baixou.</p>
<p>Irá aparecer a tela de instalação, coloque o cursor em &#8220;accept&#8221; e &#8220;enter&#8221;.</p>
<p>Na próxima tela escolha &#8220;no&#8221; depois &#8220;ok&#8221;.</p>
<p>A instalação irá começar, depois de alguns segundos irá aparecer outra tela perguntando se você deseja fazer o update do arquivo &#8220;xorgconfig&#8221;, coloque em &#8220;yes&#8221; e depois &#8220;ok&#8221;.</p>
<p>Pronto, basta testar o novo driver.</p>
<p>IMPORTANTE : Aconselho efetuar um backup do arquivo : xorgconfig antes de iniciar a instalação, apenas por segurança.</p>
<p>[]&#8216;s</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Comandos &#8220;which&#8221; e &#8220;whereis&#8221;</title>
		<link>http://www.livelinux.com.br/2009/08/comandos-which-e-whereis/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=comandos-which-e-whereis</link>
		<comments>http://www.livelinux.com.br/2009/08/comandos-which-e-whereis/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2009 04:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Live Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.livelinux.com.br/?p=116</guid>
		<description><![CDATA[Os comandos which e whereis são usados para realizar a busca de arquivos no sistema de forma muito rápida. Mas Você sabe a diferença entre os 2? whereis &#8211; busca por arquivos executáveis, man pages, arquivos de configuração e fontes. which &#8211; busca por executáveis nos PATHs exportados. Exemplos: # whereis named.conf named: /usr/sbin/named /etc/named.conf [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os comandos <em>which</em> e <em>whereis</em> são usados para realizar a busca de arquivos no sistema de forma muito rápida. Mas Você sabe a diferença entre os 2?</p>
<ul>
<li> <em>whereis</em> &#8211; busca por arquivos executáveis, man pages,      arquivos de configuração e fontes.</li>
<li> <em>which</em> &#8211; busca por executáveis nos PATHs exportados.</li>
</ul>
<p>Exemplos:</p>
<blockquote><p><strong># whereis named.conf</strong><br />
named: /usr/sbin/named /etc/named.conf /usr/share/man/man8/named.8.gz</p></blockquote>
<blockquote><p><strong># whereis httpd</strong><br />
httpd: /usr/sbin/httpd /etc/httpd /usr/share/man/man8/httpd.8.gz</p></blockquote>
<blockquote><p><strong># which httpd</strong><br />
/usr/sbin/httpd</p></blockquote>
<blockquote><p><strong># which X</strong> /usr/bin/X11/X</p></blockquote>
<p>Ótima dica para quem se ve perdido no linux.</p>
<p>[]&#8216;s</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Lista de softwares equivalentes do WINDOWS para o LINUX</title>
		<link>http://www.livelinux.com.br/2009/08/lista-de-softwares-equivalentes-do-windows-para-o-linux/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=lista-de-softwares-equivalentes-do-windows-para-o-linux</link>
		<comments>http://www.livelinux.com.br/2009/08/lista-de-softwares-equivalentes-do-windows-para-o-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 07:05:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Live Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.livelinux.com.br/?p=112</guid>
		<description><![CDATA[Segue o site pessoal http://www.linuxrsp.ru/win-lin-soft/table-eng.html Muito bacana. []&#8216;s]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue o site pessoal</p>
<p><a href="http://www.linuxrsp.ru/win-lin-soft/table-eng.html" target="_blank">http://www.linuxrsp.ru/win-lin-soft/table-eng.html</a></p>
<p>Muito bacana.</p>
<p>[]&#8216;s</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.livelinux.com.br/2009/08/lista-de-softwares-equivalentes-do-windows-para-o-linux/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Instalação e Configuração do shorewall</title>
		<link>http://www.livelinux.com.br/2009/08/instalacao-e-configuracao-do-shorewall/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=instalacao-e-configuracao-do-shorewall</link>
		<comments>http://www.livelinux.com.br/2009/08/instalacao-e-configuracao-do-shorewall/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 06:57:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Live Linux]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.livelinux.com.br/?p=107</guid>
		<description><![CDATA[O que é shorewall? Shorewall é uma interface de configuração de regras de Iptables (Front-End).  O Shoreline, mais conhecido como Shorewall, possibilita uma configuração mais organizada e rápida do seu firewall. Instalar os pacotes: # apt-get install shorewall shorewall-doc Copiar os arquivos de exemplo para o diretório de configuração do shorewall: # cp /usr/share/doc/shorewall/examples/two-interfaces/* /etc/shorewall/ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que é shorewall?</p>
<p>Shorewall é uma interface de configuração de regras de Iptables (Front-End).  O Shoreline, mais conhecido como Shorewall, possibilita uma configuração mais organizada e rápida do seu firewall.<br />
Instalar os pacotes:</p>
<blockquote><p><strong># apt-get install shorewall shorewall-doc</strong></p></blockquote>
<p>Copiar os arquivos de exemplo para o diretório de configuração do <em>shorewall</em>:</p>
<blockquote><p><strong># cp /usr/share/doc/shorewall/examples/two-interfaces/* /etc/shorewall/</strong></p></blockquote>
<p>Uma rápida explicação de cada arquivo de configuração, para uma implementação simples de firewall.</p>
<h1>Zones</h1>
<p>Neste arquivo são definidos os tipos de zonas de sua rede. Os três tipos de zonas mais utilizados são:</p>
<ul>
<li> loc &#8211; Define a zona local. Será utilizado para definir regras para a rede local;</li>
<li> net &#8211; Define a zona de Internet. Será utilizado para definir regras para o link de dados;</li>
<li> dmz &#8211; Define a zona delimitada.</li>
</ul>
<p>A variável FW já é uma zona declarada implicitamente. Essa zona corresponde ao firewall e é utilizada para definir regras para o mesmo.</p>
<p>Editar o arquivo <em>/etc/shorewall/zones</em> e inserir a seguinte configuração:</p>
<div><span>###########################</span><br />
<span>#ZONE TYPE OPTIONS IN OUT</span><br />
<span>###########################</span><br />
net ipv4<br />
loc ipv4</p>
<p><span># NUNCA REMOVER ESTA LINHA</span></div>
<p>Obs.: A zona FW não precisa ser definida, pois como já disse, é implicitamente definida.</p>
<h1>Interfaces</h1>
<p>Neste arquivo são atribuídas zonas às interfaces de rede. Antes de tudo deverá existir uma estrutura de rede. Neste artigo estou utilizando eth0 para Internet (DHCP) e eth1 para rede local (IP STATIC).</p>
<p>Editar o arquivo <em>/etc/shorewall/interfaces</em> e inserir:</p>
<div><span>###################################</span><br />
<span>#ZONE INTERFACE BROADCAST OPTIONS</span><br />
<span>###################################</span><br />
net eth0 detect dhcp,tcpflags<br />
loc eth1 detect tcpflags,detectnets,nosmurfs</p>
<p><span># NUNCA REMOVA ESTA LINHA</span></div>
<h1>Masq</h1>
<p>Mais conhecido como <em>masquerade</em> (mascaramento de rede), o masq define as máscaras de rede e a ordem que elas serão apresentadas. Usado por servidores que servem como gateway para rede local.</p>
<p>Editar o arquivo <em>/etc/shorewall/masq</em> e inserir:</p>
<div><span>##############################################</span><br />
<span>#INTERFACE SUBNET ADDRESS PROTO PORT(S) IPSEC</span><br />
<span>##############################################</span><br />
eth0 eth1</p>
<p><span># NUNCA REMOVER ESTA LINHA</span></div>
<h1>Policy</h1>
<p>Toda política da rede é definida nesta zona. Antes de executar qualquer regra de exceção definida na zona rules (próximo tópico), o Shorewall utiliza as regras globais definidas nesta zona para só então dar prosseguimento às exceções.</p>
<p>Editar o arquivo <em>/etc/shorewall/policy</em> e inserir:</p>
<div><span>#<br />
# Policies for traffic originating from the firewall ($FW)<br />
#<br />
# If you want open access to the Internet from your firewall, change the<br />
# $FW to net policy to ACCEPT and remove the &#8216;info&#8217; LOG LEVEL.<br />
# This may be useful if you run a proxy server on the firewall.</span><br />
$FW net ACCEPT # LINHA 1<br />
$FW loc ACCEPT # LINHA 2<br />
$FW all REJECT info # LINHA 3</p>
<p><span># Policies for traffic originating from the local LAN (loc)<br />
#<br />
# If you want to force clients to access the Internet via a proxy server<br />
# on your firewall, change the loc to net policy to REJECT info.</span><br />
loc net REJECT info<br />
loc $FW REJECT info<br />
loc ipsec ACCEPT<br />
loc all DROP info</p>
<p><span>#<br />
# Policies for traffic originating from the Internet zone (net)<br />
#</span><br />
net $FW DROP info<br />
net loc DROP info<br />
net all DROP info</p>
<p><span># THE FOLLOWING POLICY MUST BE LAST</span><br />
all all REJECT info</p>
<p><span># ULTIMA LINHA &#8211; NUNCA REMOVA</span></div>
<p>Uma breve explicação de algumas linhas do conf policy:</p>
<ul>
<li> LINHA 1 &#8211; Todas as requisições do firewall para a internet serão aceitas;</li>
<li> LINHA 2 &#8211; Todas as requisições do firewall para a rede local serão aceitas;</li>
<li> LINHA 3 &#8211; Todas as requisições do firewall para todos os outros lugares serão rejeitados e devidamente catalogado em log. Por isso o &#8220;info&#8221; ao final da linha.</li>
</ul>
<p>As opções de ações usadas nas zonas policy e rules são:</p>
<ul>
<li> ACCEPT &#8211; Aceita pacotes/requisições;</li>
<li> REJECT &#8211; Rejeita pacotes/requisições e retorna mensagem de rejeição;</li>
<li> DROP &#8211; Elimina pacotes/requisições e não retorna mensagem alguma.</li>
</ul>
<h1>Rules</h1>
<p>Nesta zona são definidas as regras finais para o destino e origem de cada pacote/requisição. Após terem passados pelas regras da zona policy, o firewall trata os pacotes com essas exceções e direciona-os para o seu destino/origem finais.</p>
<p>Editar o arquivo <em>/etc/shorewall/rules</em> e inserir:</p>
<div><span>##########################################<br />
#AÇÃO ORIGEM DESTINO PROTO DESTINO ORIGEM<br />
#SOLICITANTE TAXA USUÁRIO<br />
# ZONA ZONA PORTA PORTA(S)<br />
##########################################</p>
<p># Aceita conexões DNS vindas do firewall para a rede<br />
#</p>
<p></span><br />
DNS/ACCEPT $FW net</p>
<p><span># Permite Ping vindos da &#8220;zone loc&#8221; para rede<br />
#</span><br />
Ping/ACCEPT loc $FW<br />
Ping/ACCEPT loc loc</p>
<p><span># Rejeita ping vindo da &#8220;zone net&#8221; batizados como &#8220;maus&#8221;&#8230;</span><br />
<span>#</span><br />
Ping/ACCEPT net:200.200.200.00 $FW<br />
Ping/DROP net $FW</p>
<p>ACCEPT $FW loc icmp<br />
ACCEPT $FW net icmp</p>
<p><span># Abrindo portas</span><br />
<span>#</span><br />
ACCEPT net $FW tcp 22 <span># SSH</span><br />
ACCEPT net $FW tcp 9000 <span># SSH</span><br />
ACCEPT net $FW tcp 8080 <span># Tomcat6</span><br />
ACCEPT net $FW tcp 9100 <span># Apache2</span><br />
ACCEPT net $FW tcp 80 <span># Apache2</span><br />
ACCEPT net $FW tcp 1521 <span># Oracle_Listener</span><br />
ACCEPT net $FW tcp 10000 <span># Webmin</span><br />
ACCEPT net $FW tcp 1158 <span># OEM</span></p>
<p><span># Redirecionando conexões</span><br />
<span># Neste exemplo estou direcionando uma requisição vinda da internet</span><br />
<span># e direcionando-a para a rede local no IP 192.168.27.2 na porta 4899</span><br />
<span>#</span><br />
DNAT $FW loc:192.168.27.2:4899 tcp 1158</p>
<p><span># ULTIMA LINHA &#8211; NUNCA REMOVA</span></p>
<p>Mais informações no  <a href="http://www.shorewall.net/" target="_blank">site oficial do Shorewall</a>.</p>
<p><span>[]&#8216;s Pessoal.<br />
</span></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.livelinux.com.br/2009/08/instalacao-e-configuracao-do-shorewall/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>GlusterFS &#8211; Cluster de Filesystem no Linux</title>
		<link>http://www.livelinux.com.br/2009/08/glusterfs-cluster-de-filesystem-no-linux/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=glusterfs-cluster-de-filesystem-no-linux</link>
		<comments>http://www.livelinux.com.br/2009/08/glusterfs-cluster-de-filesystem-no-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 03:48:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Live Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[GlusterFS é um sistema de arquivos para cluster, ou melhor, um sistema de arquivos clusterizável, capaz de escalonar muitos e muitos GigaBytes e distribuí-los via rede, entre vários storages e servidores. Esse sistema de arquivos trabalha na arquitetura de cliente/servidor, onde você precisará ter um ou vários servidores de arquivos e os clientes se conectarão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- hotwords --><em>GlusterFS</em> é um sistema de arquivos para cluster, ou melhor, um sistema de arquivos clusterizável, capaz de escalonar muitos e muitos GigaBytes e distribuí-los via rede, entre vários storages e servidores. Esse sistema de arquivos trabalha na arquitetura de cliente/servidor, onde você precisará ter um ou vários servidores de arquivos e os clientes se conectarão via rede, por padrão na porta 6996.</p>
<p>No GlusterFS você poderá criar várias estratégias para o armazenamento dos dados, sendo possível criar compartilhamentos estilo NFS, criar armazenamento distribuído, armazenamento distribuído+replicado, dentre outros.</p>
<p>Ao meu ver, a configuração mais interessante é o armazenamento distribuído, onde se pode criar vários servidores de arquivos e distribuir os dados para os clientes em apenas um ponto de montagem, ou seja, quando a máquina cliente gravar os dados no diretório (montado via rede), o GlusterFS se encarregará de realizar um &#8220;striping&#8221; dos dados entres todos os servidores. O conceito seria basicamente de um RAID 0 via rede, onde cada servidor do GlusterFS receberá uma pequena quantidade dos arquivos enviados pelo cliente, maximizando assim a performance de Leitura/Gravação.</p>
<p>Alguém pode estar se questionando, &#8220;E se um servidor resolver parar?&#8221;. Para ambientes críticos poderá utilizar a configuração de armazenamento distribuído + replicado. Para maiores informações, veja o <a title="Home do GlusterFS" href="http://www.gluster.org/docs/index.php/GlusterFS">wiki do GlusterFS</a>.</p>
<h1>Instalação</h1>
<p>A distribuição Linux utilizada foi o Ubuntu, onde todos os pacotes necessários para o GlusterFS já estão disponíveis nos repositórios, e a instalação é muito simples.</p>
<p>Nos servidores:</p>
<blockquote><p><strong># apt-get update<br />
# apt-get install glusterfs-server</strong></p></blockquote>
<p>Nos clientes:</p>
<blockquote><p><strong># apt-get update<br />
# apt-get install glusterfs-client</strong></p></blockquote>
<p>Em ambos (Cliente/Servidor) foi criado um diretório em /etc/glusterfs/ contendo o arquivo de configuração. Eles são &#8220;glusterfs-server.vol&#8221; para o servidor e &#8220;glusterfs-client.vol&#8221; para o cliente.</p>
<h1>Configuração do servidor</h1>
<p>Vamos criar quatro servidores GlusterFS e o arquivo de configuração para todos eles é o mesmo.</p>
<blockquote>
<div><span># file: /etc/glusterfs/glusterfs-server.vol</span></p>
<p><span>##############################################</span><br />
<span>###  GlusterFS Server Volume Specification  ##</span><br />
<span>##############################################</span></p>
<p><span># Exportando o volume &#8220;brick&#8221; com o conteúdo do diretório /export</span><br />
volume brick<br />
type storage/posix<br />
option directory /export<br />
end-volume</p>
<p><span># Configuração de rede para o volume exportado</span><br />
volume server<br />
type protocol/server<br />
option transport-type tcp/server<br />
option listen-port 6996<br />
subvolumes brick<br />
option auth.ip.brick.allow *<br />
end-volume</p>
<p><span>#EOF</span></div>
</blockquote>
<p>Devemos nos atentar na opção &#8220;option auth.ip.brick.allow *&#8221;, pois por default o GlusterFS negará o acesso para todos. Com o parâmetro &#8220;*&#8221; estamos dizendo para permitir o acesso de qualquer host da rede.</p>
<h1>Configuração do cliente</h1>
<blockquote>
<div><span># file: /etc/glusterfs/glusterfs-client.vol</span></p>
<p><span>##############################################</span><br />
<span>###  GlusterFS Client Volume Specification  ##</span><br />
<span>##############################################</span></p>
<p>volume remote1<br />
type protocol/client<br />
option transport-type tcp/client<br />
option remote-host 192.168.1.1<br />
option remote-subvolume brick<br />
end-volume</p>
<p>volume remote2<br />
type protocol/client<br />
option transport-type tcp/client<br />
option remote-host 192.168.1.2<br />
option remote-subvolume brick<br />
end-volume</p>
<p>volume remote3<br />
type protocol/client<br />
option transport-type tcp/client<br />
option remote-host 192.168.1.3<br />
option remote-subvolume brick<br />
end-volume</p>
<p>volume remote4<br />
type protocol/client<br />
option transport-type tcp/client<br />
option remote-host 192.168.1.4<br />
option remote-subvolume brick<br />
end-volume</p>
<p>volume stripe0<br />
type cluster/stripe<br />
option block-size 1MB<br />
subvolumes remote1 remote2 remote3 remote4<br />
end-volume</p>
<p><span>#EOF</span></div>
</blockquote>
<p>Como podem observar, os arquivos de configurações são bem simples. No cliente fica bem claro que configuramos quatro volumes e em quatro servidores diferentes. Depois criamos um volume chamado stripe0, que é justamente o aglomerado desses quatro volumes.</p>
<h1>Utilização</h1>
<p>A utilização é bem simples, primeiro precisamos iniciar o daemon no servidor e depois apenas montamos o volume nos clientes.</p>
<p>Servidor:</p>
<blockquote><p><strong># glusterfsd -f /etc/glusterfs/glusterfs-server.vol</strong></p></blockquote>
<blockquote><p><strong># ps aux | grep gluster</strong><br />
root      4568  0.0  0.2  19028  1264 ?        Ssl  16:23   0:00 [glusterfs]<br />
root      4601  0.0  0.1   3252   812 pts/0    S+   16:25   0:00 grep gluster</p></blockquote>
<p>Cliente:</p>
<blockquote><p><strong># glusterfs -f /etc/glusterfs/glusterfs-client.vol /mnt</strong></p></blockquote>
<blockquote><p><strong># mount</strong><br />
glusterfs on /mnt type fuse (rw,nosuid,nodev,allow_other,default_permissions,max_read=1048576)</p></blockquote>
<blockquote><p><strong># df -h</strong><br />
glusterfs     7,5G  1,9G  5,7G  25% /mnt</p></blockquote>
<p>Pronto, agora você pode ter um filesystem clusterizado na sua casa e no seu trabalho.</p>
<p>Espero ter ajudado []&#8216;s</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Limpando o cache do seu Linux</title>
		<link>http://www.livelinux.com.br/2009/08/limpando-o-cache-do-seu-linux/#utm_source=rss&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=limpando-o-cache-do-seu-linux</link>
		<comments>http://www.livelinux.com.br/2009/08/limpando-o-cache-do-seu-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 03:46:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
				<category><![CDATA[Live Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi Pessoal, bom dia! Encontrei esse Shell no viva-o-linux e me ajudou em muito, então estou compartilhando com vocês também. Segue um script SHELL para facilitar nossa vida. #!/bin/sh # # Salve este script no diretório /etc/cron.hourly e dê permissão # de execução a ele. Desse modo a cada hora sera verificada se a # [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Pessoal, bom dia!</p>
<p>Encontrei esse Shell no viva-o-linux e me ajudou em muito, então estou compartilhando com vocês também.</p>
<p>Segue um script SHELL para facilitar nossa vida.</p>
<div><span>#!/bin/sh<br />
#<br />
# Salve este script no diretório /etc/cron.hourly e dê permissão<br />
# de execução a ele. Desse modo a cada hora sera verificada se a<br />
# porcentagem de memória utilizada pelo sistema atingiu o valor definido<br />
# na variável &#8216;percent&#8217;. Caso positivo, o script informará ao kernel<br />
# que este deverá alterar o valor da opção &#8216;drop_caches&#8217; para 3.<br />
#<br />
# Mais detalhes: &#8216;man proc&#8217; -&gt; /proc/sys/vm/drop_caches.</span><br />
PATH=&#8221;/bin:/usr/bin:/usr/local/bin&#8221;</p>
<p><span># Porcentagem máxima de uso da memória, antes de executar a limpeza:</span><br />
<span># Obs.: Altere conforme sua necessidade.</span><br />
percent=80</p>
<p><span># Quantidade de memória RAM no sistema:</span><br />
ramtotal=`grep -F  &#8220;MemTotal:&#8221; &lt; /proc/meminfo | awk &#8216;{print $2}&#8217;`<br />
<span># Quantidade de RAM livre:</span><br />
ramlivre=`grep -F &#8220;MemFree:&#8221; &lt; /proc/meminfo | awk &#8216;{print $2}&#8217;`</p>
<p><span># RAM utilizada pelo sistema:</span><br />
ramusada=`expr $ramtotal &#8211; $ramlivre`</p>
<p><span># Porcentagem de RAM utilizada pelo sistema:</span><br />
putil=`expr $ramusada \* 100 / $ramtotal`</p>
<p><span># Checando porcentagem:</span><br />
if [ $putil -gt $percent ]<br />
then<br />
<span># Sincronizando os dados cacheados na memória com o(s) disco(s):</span><br />
sync<br />
<span># &#8216;Dropando&#8217; cache:</span><br />
echo 3 &gt; /proc/sys/vm/drop_caches<br />
else<br />
<span># Remove-se as variáveis da memória e finaliza-se o script:</span><br />
unset percent ramtotal ramlivre ramusada putil<br />
exit $?<br />
fi <span># Fim</span></p>
<p><span>[]&#8216;s<br />
</span></div>
]]></content:encoded>
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